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No dia 23 de abril, Leo Jaime celebra seus 65 anos. Considerado uma das figuras proeminentes do rock brasileiro, ele acumula mais de 40 anos de trajetória e possui diversas histórias com renomados artistas da música nacional. Uma das narrativas mais impactantes envolve Cazuza (1958-1990) e Roberto Frejat (62): foi Leo quem os apresentou depois de não aceitar o convite para ser o vocalista da Barão Vermelho, banda que lançou Cazuza ao sucesso.
Caminhada musical
No começo da década de 1980, Leo Jaime já residia em São Paulo e estava imerso no cenário musical, quando recebeu um convite para integrar a Barão Vermelho, um conjunto que estava em formação e estava à procura de um vocalista. No entanto, o artista, já envolvido com outras formações, declinou a oferta e sugeriu o jovem Cazuza para a posição — um gesto que deu início a uma profunda amizade e que alavancou tanto Cazuza quanto a Barão Vermelho ao reconhecimento nacional.
Na mesma época, Leo fez parte, ainda que brevemente, do irreverente grupo João Penca e Seus Miquinhos Amestrados, famoso por seu humor e por sua influência rockabilly. Ele participou da primeira gravação em disco do grupo, o LP Cantando no Banheiro, de Eduardo Dusek (71), que também é uma figura relevante no cenário alternativo dos anos 1980.
Em 1983, Leo decidiu traçar sua própria carreira e lançou seu álbum de estreia, Phodas “C”, o que deu início a uma série de sucessos que marcariam a década e o levariam a figurar nas trilhas sonoras de filmes e novelas. Seu segundo álbum, Sessão da Tarde (1985), vendeu mais de 160 mil cópias, consolidando-o como um dos rostos e vozes da música pop brasileira daquela época.
Artista versátil
Além de sua carreira musical, Leo Jaime também se destacou como ator. Um de seus papéis mais memoráveis pode ser considerado o de Zezinho na novela Bebê a Bordo, da TV Globo, exibida em 1988, mas sua adaptabilidade também se reflete no cinema e no teatro.
Ele atuou em filmes como O Escorpião Escarlate, Rock Estrela e As Sete Vampiras, que deixaram sua marca em um período de experimentação e ousadia no cinema brasileiro. No teatro, dividiu o palco com Marília Pêra (1943-2015) no musical Vitor ou Vitória e interpretou Dom João VI na peça Era no Tempo do Rei — personagem que ele voltou a desempenhar anos mais tarde na novela Novo Mundo.
Além de atuar, Leo também se destacou no campo da dublagem, emprestando sua voz ao personagem Raiva em Divertida Mente, e se firmou como cronista e autor em veículos como O Globo, O Dia, Desfile e Capricho.

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