Sindicato aponta que comércio espera aumento de 5% nas vendas durante a Black Friday

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Comerciantes da Baixada Santista e Vale do Ribeira esperam um aumento de 5% nas vendas durante a Black Friday, que começa na última sexta-feira de novembro (29). A expectativa do setor, em relação aos resultados de 2023, foi divulgada pelo Sindicato do Comércio Varejista da Baixada Santista e Vale do Ribeira (Sincomércio-BSVR).
O levantamento foi feito com 200 empresários e compradores da região entre 7 e 25 de outubro. O presidente do Sincomércio-BSVR, Omar Abdul Assaf, explicou que a expectativa alta dos comerciantes é por conta do atual momento da região.
“A temporada de cruzeiros potencialmente será uma das melhores registradas, a taxa de desemprego está controlada e os nossos empresários estão investindo cada vez mais em diversificar seus canais de vendas”.


O que diz a pesquisa?

O levantamento revelou que 59% dos compradores planejam gastar até R$ 200 durante a Black Friday; 22% pretendem desembolsar mais de R$ 400 e 19% querem realizar compras na faixa entre R$ 200 e R$ 300.
Os itens mais procurados são artigos de vestuário (52%), seguidos por eletrônicos, como celulares e televisões (35%) e produtos de cama, mesa e banho (21%).
De acordo com Assaf, a pesquisa traz uma visão clara da intenção do consumidor, que está bastante diversificada este ano. “Aqueles com o orçamento de até R$ 300 irão focar nas peças de vestuário, nos perfumes e cosméticos e em artigos para a casa. Já quem vai além, ultrapassando a faixa dos R$ 400, com certeza vai à procura de eletrônicos”.

Métodos de pagamento

Cerca de 77% do público pretende pagar as compras com cartão de crédito, enquanto outros 16% preferem usar o PIX e 7% irão usar o cartão de débito.
Um ponto importante que a pesquisa ressalta é que nenhum dos consumidores pagará pelos produtos com dinheiro em espécie.
A pesquisa revelou, ainda, que o local de compra é indiferente para 41% dos entrevistados, que pretendem alternar entre o on-line e as lojas físicas. Outros 40% preferem a internet, enquanto 19% priorizam lojas de rua ou shoppings.

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